quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Cartuxa branco 2014

O que se pode dizer de um clássico alentejano? Pouca coisa. 
Andamos sempre à volta por causa de vinhos novos, mas quando voltamos às marcas mais antigas o prazer é redobrado.
Feito de Antão Vaz, Roupeiro e Arinto, logo quando o levamos ao nariz, cheira a frutos tropicais maduros. 
Mas depois na boca tem acidez suficiente para o equilibrar e tem uma estrutura muito boa. 
Um dos melhores vinhos brancos que já bebi este ano, o que faz com que este vinho tenha potencial para uma boa evolução, isto se conseguirmos guardar na nossa cave!

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